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L’Oréal quer produzir kit para cultivar cabelo através de bioimpressão
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L’Oréal quer produzir kit para cultivar cabelo através de bioimpressão

05/10/2016

Será que as perucas, transplantes de cabelo e penteados bizarros para encobrir a calvície ficaram no passado? No mais recente avanço da batalha contra a calvície, o grupo de beleza francês L’Oréal quer desenvolver um kit de cultivo de cabelo que usará uma bioimpressora especial para criar folículos capilares vivos. Cultivar cabelo naturalmente vem há muito sendo um desafio para os biólogos, porque o folículo capilar é um dos mais complexos do corpo humano. É composto de cerca de 15 tipos diferentes de células e pelo menos cinco camadas separadas, cada qual com sua função própria. O minúsculo órgão produz cabelo mas também tem de produzir a primeira camada de pele. Folículos capilares biossintéticos podem combater calvícies, que os pesquisadores vêm tentando curar já pelo menos quatro décadas. Também funcionarão como um modelo humano realista para que a L’Oréal teste novos produtos químicos e cosméticos capilares em seus laboratórios. “Trata-se de uma boa maneira de testar potenciais medicamentos e descobrir agentes ainda desconhecidos que estimulem o crescimento do cabelo, que é aquilo que mais buscamos”, disse Denis Headon, biólogo do desenvolvimento que especializa em pele e cabelo, na Universidade de Edimburgo. Os remédios atuais para a calvície consistem de cremes hormonais para desacelerar a perda de cabelos e terapias que envolvem transplante de cabelo, com folículos extraídos de uma área fértil do couro cabeludo e reinseridos em uma área calva. “Isso é simplesmente rearranjar o cabelo que a pessoa já tem. Não é promover o crescimento de cabelo novo”, disse Headon. Em uma parceria de pesquisa com duração de diversos anos, a L’Oréal está colaborando com a startup de biotecnologia Poietis, que usa tecnologia de lasers para a bioimpressão de tecidos humanos delicados. “A ideia é conseguir algo que não foi realizado até agora: bioimprimir um minúsculo órgão, o folículo em si, em lugar de imprimir cabelo”, disse Patricia Pineau, da L’Oréal. A impressora pode posicionar células em três dimensões de maneira extremamente detalhada —com tamanho da ordem de 10 mícrons— e formar camadas de minúsculas células no exato arranjo requerido para criar um tecido vivo. Este ano, a Poeitis se tornou a primeira empresa a bioimprimir pele humana em 3D usando lasers. A pele é plana e tem uma estrutura de camadas simples, mas os folículos capilares são tridimensionais porque tem de perfurar a pele. Um folículo artificial não pode ser uma estrutura 3D estática. Precisa se desenvolver e mudar com o tempo, o que adiciona complexidade ao processo. “Imprimir um folículo vivo preciso é extremamente difícil, principalmente porque existem diversos tipos de células envolvidas, e heterogeneidade entre os folículos e os tipos de fibra do corpo”, disse Claire Higgins, bioengenheira do Imperial College que se especializa em cabelo humano. “Mas mesmo um modelo simples que possa ser usado para avaliar o dialogo entre tipos de células seria um avanço tecnológico e uma ferramenta útil para a pesquisa de medicamentos”, ela diz. Essa não é a primeira vez que a L’Oréal conduz experiências com engenharia de tecidos humanos. Já faz 20 anos que ela consegue cultivar pele artificial em laboratório, e conta com uma bioimpressora para pele artificial. “Nós recentemente reconstruímos pele chinesa, que se comporta de maneira diferente da pele caucasiana”, disse Pineau. “Recriamos a pele no laboratório, e o próximo passo é a engenharia de cabelo”. Existem 10 equipes de pesquisa em todo o mundo correndo para obter crescimento natural do cabelo, em laboratórios do Reino Unido à Rússia, do Japão aos Estados Unidos. Fonte: Folha de S. Paulo

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